"A abelha atarefada não tem tempo para a tristeza" William Blake

06
Mai 12

 

 

 

 

 

COM TRÊS  LETRINHAS APENAS.

 

SE ESCREVE A PALAVRA  M  Ã  E

                                                        

É  DAS PALAVRAS PEQUENAS

 

A MAIOR QUE O MUNDO TEM.

 

 

 

A tua filha tem muitas saudades tuas. Ao escrever esta quadra que já tem tantos anos, mas continua atual, relembro-te com carinho e saudade. Nunca te disse como te amava, mas acho que nos recados e postais que te dava tu sabias descobrir isso.Tambem nunca disseste "amo-te", mas por tudo o que sofreste por mim, por nós , eu sei que me amavas. Continuo a querer-te e as saudades após tantos anos de teres deixado de existir fisicamente, continuam a fazer parte da minha vida.

 

Amo-te Mãe. Muito!.. Que estejas em Paz.

 

6 de Maio de 2012 (Dia da Mãe). 

publicado por ti_noemia às 11:57

28
Fev 12

 

 

Quatro meses. Não vou dizer mais nada.


Continuo a ter muitas saudades tuas e a recordar-te com muito carinho.


A Tsuki, que tambem é amorosa e meiga, continua muito traumatizada com o que sofreu. Não te substitui mas também gosto muito dela. Tenho esperança que ela um dia acorde e seja para nós uma companheira dedicada.


Ainda hoje choro quando recordo a tua dedicação ,os teus olhinhos que me olhavam com adoração e o teu ultimo dia de vida.

 

Nunca te esquecerei Lady. 



publicado por ti_noemia às 15:54

28
Nov 11

 

 

Faz hoje um mês que adormeceste. Só quero que sejas tão feliz no " céu dos cães " , como eu julgo que foste feliz conosco, e foram quase 11 anos. 

 

Continuo com muitas saudades tuas minha querida Lady. Todos os dias choro ao lembrar-me de ti. Sabes ? Já cá tenho outra cadelita tão carente como tu e na mesma muito medrosa. Mas esta é mais velha do que tu eras quando vieste cá para casa. Já tem 1 ano e meio ou 2 anos. Não sabemos bem. Deve ter sido muito maltratada, pois tem medo de tudo e de todos. Já está a acostumar-se a nós, mas está a ser dificil. 

 

De qualquer modo, não veio substituir-te, pois tu és insubstituivel. Já gosto muito dela e quero dar-lhe o mesmo que te dei a ti. Carinho , dedicação e atenção. O meu coração está sempre pronto para amar-vos. Chama-se "Tsuki", que quer dizer Lua em japonês. Foi a Sandra que lhe deu o nome. 

 

Outra coisa. É muito parecida com o Broncas (com algumas diferenças), mas o pêlo é como o dele. Só lhe falta a barbicha branca.

 

Tenho pena que ela seja tão medrosa e com falta de confiança, mas espero que com o tempo se adapte a nós e seja a amiga que tu foste.

 

Que ao menos a presença dela consiga atenuar as saudades que sinto de ti. Mas nunca vou esquecer-te e estarás sempre no meu pensamento e no meu coração.

 

Haverá pessoas que ao ler-me me chamem louca ? Não sei. Só sei que para mim tu foste durante vários anos a minha companhia, a minha amiga e confidente, e  tenho quase a certeza que me entendias. Por isso me seguias para todo o lado, dentro e fora de casa como se tivesses medo que eu desaparecesse.

 

Não vou nunca esquecer-te e pensem o que pensarem, continuarei a amar-te.

 

Até sempre " MY DEAR LADY " 

 

 

 

 

publicado por ti_noemia às 16:38

02
Nov 11

 

Saudades... Tenho tantas saudades tuas minha Lady.


Partiste há pouco tempo e eu sei que isto vai passar e ficará a tua terna recordação. Mas até lá, eu estou a sofrer com a tua ausencia. Lembro a toda a hora a tua presença que, para mim foi um consolo durante estes anos. Amei-te desde o primeiro momento embora não quisesse aceitá-lo (tinha perdido há pouco tempo o Putchy). Dediquei-me a ti de alma e coração pois senti a tua infelicidade através do pânico que tinhas de nós. A pouco e pouco foste perdendo o medo e ganhando confiança e acabaste por dedicar-te tão ou mais do que eu. Cuidei-te e tu não me desiludiste. Acabaste por ser o meu animal de estimação e algumas vezes a minha confidente. Ouvias-me e mesmo sem perceberes ajudavas-me a passar as horas (e foram muitas) em que me sentia só.


Minha querida. Só eu sei o que sofri quando te foi diagnosticada a doença. Durante mais de 2 anos (tempo que a mesma durou), tratei-te, cuidei-te e acarinhei-te o melhor que podia. Quantas vezes chorei quando o teu dono não tinha paciencia para ti e te ralhava por estares no caminho dele, mesmo depois de já teres perdido a visão. Acho que não consigo passar para o papel o que foste para mim. Vi-te sempre como uma cadelinha ciosa de carinho, que nunca emitiu um latido quando era tratada ( e levavas 2 injecções de insulina por dia)., e que ultimamente voltou a ter medo por já não ver. Pergunto a mim mesma se  tu não sentiste a perda da tua visão. Eu via-te tão triste e doia-me a alma quando te via a olhar para o vazio, quando só reagias através do olfacto e quando de manhã eras a primeira a assumar à porta da cozinha e ficavas parada a olhar o infinito. Só reagias qando eu dizia: Bom dia! Como está a minha menina? Só então é que tu avançavas a abanar a cauda e vinhas ter comigo.

 

Lady. Eu tinha dito  a toda a gente que depois de ti não queria mais animais. Mas sabes, o meu coração não se sente feliz sem um amigo de quatro patas. Se eu tivesse um quintal, uma quinta e algum dinheiro, haveria de ter muitos amigos destes. E então quero dizer-te que desde ontem, tenho cá uma gatinha, tão pequenina que quase cabe na palma da minha mão. É muito querida e esperta. Cheia de genica. É irmã dos gatos que a Paula tem lá em casa (O Baguera e o Tora). Tem só seis semanas mas é muito querida. (Aqui para nós, eu gosto mais de cães do que de gatos), mas agora não estava preparada para outro cão. Julgo que como tu, não vai haver outro. Nem o Putchy nem o Broncas se portaram comigo como tu. Amei-os muito e continuo a lembrar-me deles e tambem tenho saudades, mas nenhum deles me cativou como tu. A tua docilidade, humildade, a tua dependencia de mim , encheram-me o coração. Recordo que aos Sábados e Domingos saiamos as duas muito cedo (7,30) para dares a tua voltinha e depois iamos buscar o pão. A tua cabecinha ia sempre voltada para mim e eu julgo que tinhas medo de te perderes, pois já não vias. Eu era os teus olhos. E quando eu te via cansada, pegava-te ao colo e tu vinhas aninhada pois já te custava a andar.

Não foram só os diabetes que te atacaram. O teu coração tambem estava doente. Já me custava muito ver-te sofrer sem uma queixa. 

 

Olha, eu não sei se existe outra vida. Mas se assim for, pode ser que voltemos a encontrar-nos e nos reconheçamos mutuamente.

 

Até sempre fiel companheira.

 

PS:- A quem me ler e que não me conheça eu quero dizer que, desde que existo ( e já são muitos anos),  os animais são para mim fonte de vida e de amor.Não há animais maus. Há isso sim maus donos. Tudo o que eu disser, será muito pouco para homenagear todos os animais que tive ao longo da minha vida. E foram muitos.

 

Uma coisa é certa! - Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos animais.

publicado por ti_noemia às 17:14

28
Out 11

 

Esta é (era) a minha Lady. Doce, amiga e leal companheira de muitas horas. Partiu hoje ajudada pelo seu médico. Serenamente e sem sofrimento. Acompanhei-a até ao fim. Ja tinha aqui falado dela. A diabetes acabou por vencê-la .  Era para mim uma "menina" muito especial. Recolhi-a e dediquei-me com todo o carinho e amor. Teria uns 6 meses e era uma menina muito assustada e medrosa. Tinhamos uma relação muito próxima e ela retribuia-me na mesma moeda todo o amor que recebia. 

 

Minha querida! Vou recordar-te sempre, tal como ao Putchy, Fofinho e  Broncas. Todos fizeram parte da minha vida, mas tu farás parte das melhores recordações pela tua doçura e amor que tambem me dedicavas. Quando voltar a casa vinda de qualquer lado, não verei a tua cauda a abanar contente por me ver. Não voltarei a ouvir o teu ladrar a avisar-me que tocam à porta ou que o telefone toca. Vou recordar sempre os teus olhinhos ultimamente já sem luz e tão tristes por não poderem ver.

 

Onde quer que estejas, vela por mim e acompanha-me. Quem sabe se um dia voltaremos a encontrar-nos em situação inversa e tu vais reconhecer-me? Por isso continuarei a amar-te e despeço-me de ti com um

 

ATÉ SEMPRE , LADY

 

PS - Espero que no céu dos câes, onde de certeza estarás, encontres além doutros , o Broncas que tambem foi teu companheiro.

 

 

 

publicado por ti_noemia às 17:04

30
Dez 10

 

O "meu "  Broncas, o Nosso Broncas morreu. Se há cães que merecem o céu ele é um deles. Foi meu " companheiro " de muitas e longas horas, muitos dias, meses, anos.

 

Relembro quando o fomos buscar ao canil com 5 semanas de vida. Lindo, qual boneco de peluche.

 

 

Reguila. Foi para oferecer à minha filha Paula, mas sempre o considerámos um pouco nosso. Um cão com vários donos e todos o amavam igualmente. Companheiro ele e a Lady ( a minha cadela), de muitas horas de solidão. Dei-lhe o amor que se dá a um familiar e sinto o seu desaparecimento como tal.

 

Quem não ama os animais não sabe a dor que provoca o seu desaparecimento. Sofreu muito antes de ser posto a dormir. Fez-se tudo que se podia. e ele lutou bravamente contra a morte que queria vir buscá-lo. Foi um sobrevivente e um lutador, pois não foi a  primeira nem a segunda vez que lutou contra a "negra".

 

Ontem não conseguiu vencê-la, embora ela tenha chegado pela mão do seu médico veterinário  que o ajudou a adormecer.

 

O Broncas foi sempre um animal amoroso, meigo e paciente. Raramente ladrava. Jogava à bola como muitos humanos não o fazem. Relembro os seus olhos (lindos, doces) e as suas orelhas que  punha de lado quando falava com ele. Meneava a cabeça consoante o som das palavras e as orelhas mexiam como dando sinal de que percebia o que lhe dizia.

 

 

E tal como a minha amiga Isabel que guardará as recordações do seu "príncipe canídeo" , eu guardarei todas as recordações dum cão que também foi meu quase desde que nasceu.

 

Se existe um céu para os animais o BRONCAS MERECE LÁ ESTAR.  Assim acontecesse com muitos humanos.

 

Continuarei a recordar-te com muito amor e muita saudade , como ainda hoje recordo o meu "Putchi" que também foi adormecido há 11 anos.

 

E sabes?  QUANTO MAIS CONHEÇO OS HOMENS MAIS GOSTO DOS ANIMAIS.

 

ADORO-TE !

publicado por ti_noemia às 07:42

25
Dez 10
Este Natal foi diferente de todos os Natais passados. Foi um dia normal de muito trabalho,sem prendas de Natal. São 67 anos de vida vivida de muitos sonhos a maior parte dos quais não realizados.
Presentes o marido e as filhas que na medida do possível me ofertaram o que puderam nos terríveis tempos de crise que vivemos. Entre as ofertas incluiram como sempre o seu carinho, a maior oferenda que me podem dar.
No entanto, senti saudades dos Natais da minha infância e adolescência onde as prendas eram parcas mas imperava o calor humano. Natais passados ao pé do fogão a lenha, minha mãe fazendo as filhós e os bolinhos que ofertava à Igreja do Bairro e à assistente social (D.Antónia) e meu pai cantando hinos ao "Menino" como se cantava no Alentejo e que nós acompanhávamos.
Ó meu Menino Jesus quem te deu o fato verde ?
Foi uma menina donzela, p'ro uma doença que teve...
A Virgem lavava, São José estendia,
O Menino chorava p'lo frio que fazia
P'lo frio que fazia, p'lo frio que estava,
São José estendia e a Virgem lavava...
Esta e outras canções de Natal de que agora não me recordo, faziam parte desses Natais uns anos passados em nossa casa, outros em casa da vizinha Maria, mulher do Sr. Joaquim da Rua de Vera Cruz e seus dois filhos o Carlos e o Jorge. Depois tudo isso foi desaparecendo. Deixámos de frequentar a casa deles e eles a nossa. Fomos crescendo (os jovens dessa época) e fomo-nos desligando.O Natal deixou de ser o que era. Passou a ser festejado em casa da minha irmã Lurdes com todo o conforto de casa rica. Outros anos passados em nossa casa com ela e a filha, mas nunca mais houve cânticos de Natal. Depois de me casar, práticamente todos os Natais passaram a ser festejados em nossa casa. Juntávamos os meus pais, minha irmã e sobrinha. Era uma casa cheia. Hoje somos só nós os 4.
Durante muitos anos a nossa casa esteve cheia nesta altura.
O tempo encarregou-se de nos separar pela morte.
Durante vários anos, entrámos numa sociedade consumista tentando cada um dar mais ao outro. Hoje, a vida pregou-nos uma partida. Estamos numa altura de crise, em que o pouco nos parece muito e tentamos voltar atrás para recordar o que eram os nossos Natais antigos. E eu pessoalmente cheguei à conclusão de que o mais importante é o Natal que poderemos fazer todos os dias e não só um dia por ano. Tenho saudades desses Natais em que ficávamos um ano à espera de receber o que não tínhamos e sabíamos dar valor ao sacrifício que era para os nossos pais aquilo que nos ofertavam.  Estou triste porque, de qualquer maneira gostaria de ter dado às minhas filhas e ao meu marido uma lembrança como as de Natais passados. A angústia que me invade é muito grande, não só por isso, como por calcular que os próximos não vão ser mais fáceis e que a vida tem tendência  a piorar. Não quero parecer derrotista, mas as perspectivas futuras não são nada animadoras.
Para a semana termina um  ano que foi muito difícil. Afigura-se-me que o próximo não será melhor. Pelo contrário.
A quem me ler, desejo do fundo do coração que o PRÓXIMO ANO TRAGA TUDO DE BOM.
SE ASSIM NÃO FÔR QUE CONTINUEMOS  A TER CORAGEM PARA ENFRENTAR O QUE A VIDA NOS TROUXER OU CORAGEM PARA TENTAR MUDAR . EU NÃO QUERO PERDER A ESPERANÇA DE QUE DIAS MELHORES VIRÃO. SE NÃO PARA NÓS QUE JÁ TEMOS ALGUMA IDADE, PELO MENOS PARA OS MAIS NOVOS QUE ESTÃO A SER MUITO CASTIGADOS.
RESTO DE BOM NATAL PARA TODOS OS QUE SE LEMBRAREM DE ME VISITAR.
PARA A SEMANA TENTAREI VOLTAR.
publicado por ti_noemia às 09:27

18
Set 10

 

33 anos. Faz hoje 33 anos que veio ao mundo a minha filha mais nova.

 

O tempo passa inexoràvelmente sem darmos por isso, e quando menos esperamos são adolescentes e depois mulheres.

 

Faz 33 anos que a recebi nos meus braços qual botão de rosa e pele de pêssego maduro. Linda como só alguns bébés são.

 

33 anos, seria (segundo rezam as escrituras) a idade de Jesus Cristo quando morreu.

 

Que a sua  vida se prolongue ainda por muitos anos cheia de felicidade e que nós possamos acompanhá-la até que Deus nos permita.

 

Há perto de 11 anos,  ( em 1999 ) talvez por inspiração ou depressão, permiti-me fazer um poema que lhe dediquei. Pensei sempre que nunca o transcreveria e que o mesmo ficaria só entre nós. No entanto neste momento, senti-me tentada a publicá-lo. Ao mesmo intitulei :

 

 

EU QUERIA

 

Eu queria ser pintora

Actriz...

Cantora...

Eu queria ser mulher amante...

Eu queria ser poder e a estrela distante

Que te deu o ser...

Eu queria ser água, ser vinho, ser mágoa...

Ser o que não sou.

Eu queria dormir, sonhar, acordar

E dar o que não dou.

Queria ser ave, ser peixe, ser fada dum sonho só meu.

Alcançar o céu.

Ver garças voando e os Anjos cantando

E ver que na terra não existe a fome e a guerra

Morreu!...

Eu queria ser rosa, cravo, mariposa, libelinha ao vento.

Eu queria ser árvore, arbusto, mimosa...

Eu queria ser forte, eu queria ser fraca,

Queria ser ceifeira, florista, costureira,

Queria ser Amália, Dulce, Simone,

Queria ser Pessoa, Florbela, Ary...

E ser andorinha, tordo, cisne

Um sonho sonhado e não realizado.

E neste sonho, em que sou tudo e nada sou,

Neste sonho em que te revejo,

O meu querer só abarca um desejo!...

O sonho de ser tua MÂE !...

publicado por ti_noemia às 16:42

03
Set 10

 

Vou retornar às minhas memórias e aproveitar estando sózinha, para escrever mais alguma coisa.

 

Claro que depois do casório, foi o copo de água e no dia seguinte (Domingo), rumámos a Tomar, terra de minha mãe.

Na Rua Direita, morava o Tio António, um velhote bonacheirão que tinha uma latoaria e fazia as peças mais incriveis em aluminio e chapa galvanizada. Tinha a oficina dentro de casa,  com a porta aberta rente à rua. Morava com a boa da tia Maria do Carmo ( sua mulher), também ela uma velhota doce e enrugada.

Ofereceram-nos a casa para passarmos uma semana, o que fizémos. Quando chegámos já nos esperavam, pois a casa deles ficava muito perto da estação do comboio na Várzea Grande.

Como já disse, tinham a oficina em baixo onde também se cozinhava e no andar de cima tinham as restantes casas assoalhadas. Deram-nos um quarto para ficarmos. O colchão da cama era de palha ( a palha das espigas de milho desfiada mas que fazia muito barulho quando nos mexíamos...), com lençóis de linho e que cheiravam a alfazema. Tinha uma janela por onde entrava o sol logo de manhã, e podia ouvir-se de vez em quando na sacada, a voz da tia a gritar pelo seu bichano que de vez em quando desaparecia.

E lá gritava ela: Bicho !.... Ah Bichoooooo.......


Fartávamo-nos de rir. Foi uma semana que não esquecemos. Além deles, tínhamos a tia Clotilde (irmã de minha mãe e o marido o tio João), que tinham uma padaria próximo da Praça do Condestável. O tio Horácio ( também tio da minha mãe) que tinha uma  oficina de sapateiro e a tia Palmira, que morava numa casita lá mais para baixo.


Visitámos o que pudemos em Tomar, assim como todos os tios que nos receberam muito bem e não sabiam o que haviam de fazer-nos. Depois voltámos e começámos a vida de casados.

 

Segue brevemente......

publicado por ti_noemia às 19:38

12
Ago 10

 

 

Onde quer que estejas, de qualquer sitio donde possas ver-me, pede a Deus por mim.

 

Sinto-me tão só , desesperada , triste , acabrunhada e tenho tantas , tantas saudades.

 

Será que Deus gosta de mim ? 

 


publicado por ti_noemia às 10:06

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